domingo, 17 de março de 2013

Arthur Bispo do Rosário

30º Bienal de São Paulo - A IMINÊNCIA DAS POÉTICAS

Arthur Bispo do Rosário viveu em um manicômio durante 50 anos e dentro de um quartinho apertado, produziu um dos mais fantásticos conjuntos de obras do País. Tudo alheio ao que acontecia além dos limites do hospício. De forma absolutamente intuitiva, sem frequentar escolas de arte ou ler livros, Arthur Bispo do Rosário deixou acadêmicos imprecionados com sua expressividade e originalidade. 

“Os doentes mentais são como beija-flores”, definia Bispo. 

 Para reconstruir o mundo, o sergipano considerado louco produziu uma das mais intrigantes obras artísticas do País. Mas não se dava o crédito: “São as vozes que me mandam fazer desta maneira”. 









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